Sem palavras. Sem julgamentos.
Apenas respiração e olhos nos olhos.
A linguagem corporal regia o compasso.
O desejo marcava o ritmo.
O prazer concluía a melodia.
E depois de tanta transpiração,
o silêncio quase virou pausa...
Mas então, a banda recomeçou.
Uma nova música, uma nova harmonia,
instrumento após instrumento,
até que o corpo voltasse a tocar.
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