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 A corda, as pernas.

O mamilo, a chama.
A meia-lua—não te vejo, mas isso me consome.

Couro, espinhos, teu sexo no meu caminho.
Minhas mãos atadas, minha fome contida.
E a limitação me devora.

Teu ventre em meus lábios,
Umbigo adornado,
O açoite que arde menos do que deveria.

Dor na aflição.
Prazer na privação.

Olhos vendados, apenas o mapa dos toques,
levando-me onde eu não queria,
mas sempre quis estar.

Sem beijo, sem abraço.
Apenas o aperto de mão—
E te espero na próxima sessão.

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