O Mauro era meu companheiro de trabalho havia uns dois anos, e no último começou a se engraçar comigo pelas mensagens, Instagram, sinais de fumaça... Resolvi sair com ele pra ver qual era. Vai que, né? Às vezes a gente se surpreende.
Saímos e, olha, zero pressão! Bebi, dancei, ri, e ele ali, só na dele, jogando uns charmes, mas sem querer forçar a barra.
Ah! Esqueci de me apresentar: sou Norma, 42 anos, bem cuidada e, segundo algumas bocas, maravilhosa. Tenho uma barriguinha aqui, um quadril avantajado ali, e um fogo que, quando acende, só apagando na labareda de um bom sexo. Mauro, quatro anos mais velho, divorciado, caladão, mas com um senso de humor delicioso. Também tem uma barriguinha, mas, convenhamos, nada que atrapalhe – pelo contrário, até que dá um charme.
Hoje cedo, o safado me instigou tanto que eu já estava pegando fogo. Depois, veio com aquele papinho de santinho: "Ah, temos que trabalhar depois do jogo, coisa e tal…". Não me segurei e soltei no impulso:
— Agora é tarde, querido. Quando fico assim, não volto ao estado normal até ser saciada. Vou sair, torcer pelo Brasil, brincar, conversar, mas já aviso: o tesão tá latente. Até resolver, fico no cio. Entende?
Ele respondeu com uma carinha de 😋 e propôs:
— Se não se incomodar, podemos torcer juntos, só eu e você... e depois ir trabalhar.
Pois bem. Motel marcado 40 minutos antes do jogo. Porque, né? Nem só de futebol vive o brasileiro.
Almoçamos, trocamos umas carícias, e ele, cheio de pose, solta:
— Sirva-se de mim, faço o que quiser.
Ai, ai… Como resistir a um homem maduro, de cuecas, se oferecendo assim? Olhei para ele, olhei para aquele corpão e não tive dúvida:
— Então tira essa cueca, gira aí fazendo o pirocacóptero!
E não é que o safado obedeceu? Ver aquele homem rodopiando pelado me deu um tesão inexplicável! Puxei ele pela cintura e trouxe pra cima de mim. Beijou minha boca com uma malícia que me fez arrepiar. Olhou nos meus olhos e perguntou:
— O que deseja agora, minha senhora?
Eu, já só de calcinha, empurrei a cabeça dele para os meus seios. Ele chupava devagar, alternava entre mordidinhas e lambidas, deixando meus mamilos durinhos de tesão. Descendo, foi arranhando minha bunda e logo estava diante da minha calcinha vermelha. Poderia ter escolhido uma de renda? Poderia. Mas, ó, ele não reclamou!
O esperto foi amaciando o tecido com lambidas, mordidas safadas, até que, num movimento certeiro, afrouxou a peça. Foi me virando devagar, beijando minhas coxas, e eu ali, esperando o óbvio: que ele colocasse a calcinha pro lado e metesse com vontade. Mas não…
— O que deseja agora, minha senhora?
Segurei o queixo dele e ordenei:
— Me chama de puta... puta safada, seu gostoso!
Ele, obediente, enfiou o nariz no algodão já molhado e deu aquela cheirada caprichada, igual um cão farejador na trilha do tesouro. Eu, derretida, tremia enquanto ele lambia o tecido, sugando cada gotinha do meu mel. Danado! Depois intensificou, meteu a língua onde devia, até descer ainda mais e beijar meu... bom, meu outro lugarzinho. É beijo grego que chama? Sei lá, só sei que foi uma delícia!
E então ele subiu de volta, brincando com minha língua e enfiando dois dedos dentro de mim. Pensei em protestar, mas, quando percebi que ele procurava meu ponto G e encontrou, rendi-me completamente. Ele lambia meu grelo enquanto me dedilhava por dentro e eu urrava, tremia, me desmanchava. O cretino sabia o que fazia.
Quando gozei, desabei do lado, ofegante. Mas eu ainda estava no cio! Olhei para ele, pau duro tinindo, pronto para mais. Me aproximei, lambendo os lábios, mas o malandro me abraçou e, em vez de me deixar cair de boca, me beijou. E que beijo, viu?! Daqueles que prometem pecado.
— O que deseja agora, minha… — ele fez uma pausa maliciosa e completou — puta safada?
Ah, agora era minha vez! Joguei o lençol sobre ele, sentei em cima e esfreguei minha buceta ensopada por cima do tecido, só para atiçá-lo. Mantive suas mãos presas acima da cabeça enquanto deslizava meus mamilos na boca dele. O safado sugava com força, já sem paciência. Então, arranquei o lençol, rocei duas vezes no pau duro e... amarrei seus pulsos na cabeceira. Ah, agora a brincadeira ia ficar interessante!
Deixei ele ali, sem ação, pau apontando pro teto, enquanto eu deslizava a língua por toda a extensão, devagar, provocando. Quando percebi que ele ia gozar, me encaixei e desci lentamente. A sensação dele dentro de mim, quente e pulsante, me fez explodir de prazer. Gozamos juntos, gemendo feito pecadores absolvidos pelo desejo.
Assistimos ao final do segundo tempo. Mas, ao contrário do Brasil, a gente marcou. E como! Esse jogo, meu bem, eu nunca mais esqueço.
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