Ela entrou no quarto nua e o encontrou sentado, também nu, à sua espera. Sem hesitar, apoiou uma das pernas na cadeira e ofereceu sua intimidade à boca dele. Cheia de desejo, esfregou-se contra o rosto dele, deixando seu mel escorrer enquanto ele a saboreava com avidez. Uma de suas mãos segurava firme o membro rijo dele, retendo o desejo crescente que pulsava entre seus dedos.
Quando não suportou mais a espera, saiu do quarto e, em instantes, retornou com uma garrafa de vinho e duas taças. Aproximou-se, sentando-se de costas sobre ele, encaixando-se sem pudor. Enquanto subia e descia, encheu as taças com um sorriso malicioso nos lábios. Depois de enchê-las, apoiou uma na cadeira e girou sobre o membro dele, ficando de frente para encará-lo.
Com a garrafa ainda em mãos, serviu mais vinho, mas dessa vez despejou um pouco sobre o peito dele, descendo lentamente para sugar o líquido diretamente de sua pele. Ele, tomado pelo mesmo desejo insaciável, imitou o gesto, bebendo cada gota que escorria pelo corpo dela, lambendo seus seios e explorando cada curva com a língua.
Latejando fundo dentro dela, ele a segurava firme enquanto ela cavalgava sem piedade, sem hesitação. Virando-se novamente de costas, ela segurou a taça entre os seios enquanto rebolava, acelerando o ritmo, tornando-se cada vez mais encharcada. O prazer escorria por suas pernas, tornando impossível imaginar um fim para aquele jogo delicioso.
Ele, tomado pela necessidade de possuí-la por completo, segurou sua cintura com uma das mãos enquanto a outra ainda segurava a taça. O vinho se tornava um detalhe quase esquecido diante do prazer que o consumia. Os dedos dele deslizavam sobre as cicatrizes dela, sentindo as marcas da sua história, absorvendo sua entrega. Aquilo o excitava ainda mais — aquela mulher estava ali, por inteiro, compartilhando sua essência sem reservas.
Ela se curvou para frente, apoiando uma das mãos no joelho dele, intensificando as sentadas, fazendo com que ele visse aquele sobe e desce hipnótico, enlouquecedor. Ele tentava segurar-se, mas o controle se tornava cada vez mais frágil. O vinho já não tinha efeito; o que os embriagava era o desejo insaciável que ardia entre eles.
Sem sair de cima, ela girou o quadril lentamente, mantendo-o dentro dela, até que voltasse a encará-lo de frente. Sorriu de forma sacana, sabendo exatamente o poder que exercia sobre ele. A cada movimento, o membro dele roçava contra o clitóris dela, arrancando gemidos incontroláveis. O barulho do prazer se intensificava com a umidade do vinho em seus corpos, misturando-se ao som de pele contra pele.
Ela controlava o ritmo, acelerando e diminuindo no momento certo, adiando o inevitável. Ele delirava com a provocação, estremecia quando estava prestes a se derramar, mas ela sabia como segurá-lo à beira do abismo. O que mais o excitava eram os gritos de prazer dela, o jeito como ela se deliciava com os gemidos dele. De vez em quando, ela ria travessa ao ouvir seu desespero, achando encantador o jeito como ele se entregava.
Ela arqueou as costas, deitando-se contra o peito dele, oscilando entre cavalgadas lentas e rápidas, sentindo-o pulsar dentro dela. E então, sussurrou contra seu ouvido:
"Quero gozar olhando nos teus olhos."
Sem interromper o encaixe, girou sobre ele mais uma vez, posicionando-se de frente. O olhar dela encontrou o dele, que ardia de desejo e perdição. Ele sentiu os espasmos dela se intensificarem, a respiração entrecortada, os músculos se contraindo ao redor dele. Quando ela finalmente rompeu em um êxtase avassalador, ele se entregou junto, preenchendo-a com seu prazer, enquanto seus olhos permaneciam fixos nos dela, testemunhando o ápice da rendição mútua.
E então, exaustos e satisfeitos, brindaram com o restante do vinho. O jogo do prazer havia terminado, mas a noite ainda estava longe de acabar.
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