“O frio da lâmina no meio do meu caralho me obrigou a ceder ao assédio da massagista...”
Eu me chamo João Carlos, ou Jack Tequila no mundo do pornô nacional. Sou um cara negro retinto, alto, bonito, cabelo cheio de trancinhas, mas o diferencial que me mantém no cenário dos filmes adultos é meu pau de 25 centímetros, bem medidos. Uma cabeça marrom que, bem azeitada, chega a brilhar na frente das câmeras. Poucas amigas minhas encaram o garoto...
Vou contar para vocês uma situação inusitada que acabou entrando para as minhas memórias insólitas.
Depois de uma semana exaustiva de filmagens (é, cobram muita coisa do negão aqui), resolvi ir a um SPA para me cuidar e relaxar. Ao chegar, a recepcionista me encaminhou para a sala de massagem.
A massoterapeuta, uma senhora loira, pediu para que eu me despisse. Retirei toda a minha roupa, ficando apenas com uma toalha em volta da pélvis. O garotão por pouco não saiu por baixo, mas a chapeleta ficou ali no finalzinho.
Ela pediu que eu deitasse de bruços e foi pegar alguns óleos para começar a massagem. Eu estava completamente relaxado... quase dormi. Logo, senti suas mãos quentes percorrendo minhas costas, espalhando óleo. Era gostoso e não envolvia nenhuma tensão sexual... até que ela se posicionou atrás de mim e foi massageando a base da minha coluna, retirando a toalha e expondo a polpa da minha bunda.
Ela deu um tapinha e pediu que eu colocasse os dois braços para trás. De repente, senti uma espécie de algema se fechando nos meus pulsos. Me virei, surpreso, e me deparei com outra mulher usando o uniforme do SPA, mais jovem, com uma máscara que deixava apenas os olhos e a boca carnuda e vermelha à mostra.
Antes que eu pudesse reagir, ela empunhou uma faca serrilhada, daquelas de caçador. Trancou a porta e, no canto da sala, vi a senhora que me atendeu antes amordaçada e desacordada. Talvez dopada... espero eu.
A garota, agora se despindo, explicou que era minha fã, mas que eu nunca a comeria por livre e espontânea vontade, já que ela não fazia o padrão da indústria pornográfica. Realmente, ela era baixinha, um pouco acima do peso, seios pequenos mas com auréolas grandes e bicos avantajados. Sua buceta se escondia num pequeno monte peludo, aparado para a ocasião. Sua pele negra era mais clara que a minha.
Se tivéssemos nos encontrado sob outras circunstâncias, um vinho poderia ter resolvido. Mas o fio frio da lâmina no meio do meu caralho me obrigou a ceder ao assédio da "massagista". Eu estava sendo estuprado.
Ela se aproximou e esfregou o corpo no meu. Deitado de barriga para cima, meu pau, ainda tenso pelo susto, começava a corresponder. Graças a Deus. Se falhasse, eu poderia acabar meus dias como um eunuco.
A garota desceu e começou a lamber as minhas bolas depiladas. Gemi. Depois, passou a língua desde a base do meu pau até a glande, percorrendo cada veia e o arreio na parte de baixo. Em outra situação, eu agarraria um peito ou uma bunda. Mas algemado, não me restava opção senão gemer, enquanto minha pica ia ficando anestesiada de tanto prazer. Ela tentava engolir tudo, primeiro apenas a ponta, depois descia alguns centímetros. Chegava a uns 15... forçava, mas era fisicamente impossível. E eu adorando cada tentativa. Ela era braba.
Depois, me deitou completamente e subiu sobre mim, encaixando a buceta quente e melada na minha boca. Enquanto tentava engolir meu pau de novo, se esfregava no meu rosto. Havia um gosto doce. Decidi provar mais... e ela urrava de prazer a cada investida da minha língua.
Se cansou e me colocou sentado numa cadeira de Shiatsu. Me ameaçou com a faca e abriu as algemas apenas para me prender com as mãos para trás. Meu torso estava exposto, a pica projetada à frente. Ajoelhou-se e me chupou mais um pouco, mas logo subiu e se encaixou, deslizando a boceta quente centímetro por centímetro até engolir tudo. Sentia a chapeleta entortar no fundo, mas ela fazia questão de meter tudo.
Depois, se virou e encaixou a cabeça do meu pau em outro buraco. Passou pomada, preparou-se e, dessa vez, conseguiu. Meu mastro afundou inteiro no cuzinho apertado dela. O suor escorria entre nós, misturando-se ao cheirinho de foda gostosa.
Quando gozei, ela se ajoelhou para engolir tudo. Mas, ao olhar para o lado, vi um cara filmando.
“Fechou?”
Bosta! Tinha sido filmado.
O cara saiu antes e ela, sentando-se ao meu lado com a máscara melada de porra, disse:
"Não fala disso com ninguém! Isso foi um desafio de amigas. Eu te stalkeei até te pegar de jeito. Mas não se preocupe, o vídeo é só para provar que eu consegui. A foda foi deliciosa... quem sabe a gente repete em outra circunstância? Bye bye, Jack!"
Ela se levantou e saiu calmamente, tirando a máscara e jogando-a no chão. Caminhou pelo corredor como se nada tivesse acontecido.
A senhora massoterapeuta acordou e me encontrou ali, pelado, algemado e com o pau todo pingando porra. Deus sabe o que eu não passei para explicar aquilo.
No final, ganhei mais algumas sessões de massagem de graça por "constrangimento".
Dias depois, a safada ou uma das amigas dela postou o vídeo no Xvideos. Minhas produtoras quiseram saber, já que temos contrato. O vídeo viralizou, e decidiram fazer um filme inspirado na história para monetizar em cima do viral.
Definitivamente, essa história eu vou levar para o resto da vida!
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